A proteção de dados e informações de uma empresa se torna cada vez mais necessária no momento em que vivemos. Com o aumento de funcionários em home-office e o desenvolvimento da digitalização dos negócios, a possibilidade de ataques cibernéticos aumentou consideravelmente desde o início da pandemia. Segundo dados da revista Istoé, o aumento foi de 300% durante a pandemia. 

Os principais ataques cibernéticos, segundo a Accenture, são “acesso não autorizado de dados, aplicativos, serviços, redes e dispositivos”, os quais, em 80% dos casos, poderiam ter sido evitados com ações de defesa. 

Desta forma, uma empresa deve tratar seus dados baseada em alguns critérios primordiais para a proteção dessas informações:

  • Garantindo o acesso exclusivo de pessoas responsáveis pelos processos;
  • Preservando os dados para que não sejam alterados nem excluídos; 
  • Preservar a identidade da pessoa que fornece seus dados à empresa. 

Atualmente, o país conta com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais – 13.709/2018 que regula e prevê a proteção dos dados pessoais, considerando o respeito à privacidade, a liberdade de expressão, informação, comunicação e opinião. 

Considerando o aumento dos ataques cibernéticos atrelado, principalmente, à digitalização dos negócios, o investimento em um profissional especializado e em inteligência artificial (IA) para a proteção de dados é mais que essencial em 2022.